quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O Vento faz a neve cair como chuva
Da janela observo encher a terra de vazio
Meu coração também frio
Quase não encontra forças para bater.
Nesse deserto branco e sombrio, onde a solidão impera.
Tudo passa e a vida se esvai
Tudo um dia tem fim
Aí pobre de mim;
Criatura funesta, de alma sem paixão
Tudo o que espera é o derradeiro fim
tudo o que deseja não pode ter.
De joelhos implora o fim dessa agonia.
Que um dia possa se libertar da prisão.
(17-07-2010)

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